sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Com medo de coronavírus, população escancara xenofobia e racismo



O surto de coronavírus já matou cerca de 100 pessoas e já atingiu mais de 15 países. No entanto, a ameaça não está comprovada no Brasil. Mesmo assim, uma combinação de falta de informação com preconceitos enraizados em nossa sociedade faz com que parte da população veja a comunidade chinesa presente no País como uma ameaça.
Segundo especialistas ouvidos pelo Yahoo, esse medo não faz o menor sentido e só mostra que o problema das fake news e do racismo precisam ser controlados com mais entusiasmo do que a própria doença.
De acordo com o professor Cláudio Falcão, diretor do Sistema de Ensino PH, “o verdadeiro vírus é o preconceito”. “Talvez seja mais fácil de combater a doença do que o racismo. Para esse problema, não existe uma vacina ou um remédio que ajude a curar isso a curto prazo. A humanidade luta contra o preconceito racial há muitos anos”, afirma.
Falcão afirma que, depois da segunda guerra mundial, as pessoas passaram a prestar mais atenção em questões que diziam respeito aos direitos humanos. Porém, ele constata que, em situações em que o medo aparece de forma latente, a humanidade passa a utilizar argumentos racistas para segregar pessoas.
Um exemplo histórico desse tipo de comportamento foi quando, nos anos 80, as pessoas diziam que o vírus da Aids estava diretamente ligado às pessoas homossexuais. Com o tempo, foi comprovado que a doença atingia as pessoas heterossexuais também. No entanto, algumas pessoas continuam usando isso como argumento para atitudes homofóbicas até hoje.
De acordo com o professor Sebastian Fuentes, do Anglo Vestibulares, o problema vai muito além de uma doença específica. “A questão é que as pessoas já tinham preconceitos contra os homossexuais, mas isso não se justificava por absolutamente nada”, diz.
“Então, algumas pessoas enxergaram nisso uma maneira de justificar o preconceito dizendo que a Aids poderia ser contagiosa e que, por isso, não se podia nem encostar em um gay. Mas sabemos que isso é irreal”, afirma.
Falcão concorda com Fuentes e acrescenta que a homofobia, o machismo e o racismo sempre vão enxergar o outro como uma ameaça. Portanto, de acordo com o raciocínio dessas pessoas, o mal só pode vir de alguém que é diferente. “Se eu já não tolero o outro, a doença vem como uma desculpa para o meu preconceito”, explica.
Fuentes também lembra da crise de ebola como um outro episódio que gerou pânico entre a população e fez com que casos de racismo fossem escancarados. “Assim que ele chegou no Brasil, as pessoas viam nas notícias que ele era trazido pelos africanos. O problema de você colocar uma localização na origem dessa doença é que você atrai uma xenofobia”, explica.
“Muitas pessoas pensam que africano é a mesma coisa que negro e que qualquer negro pode estar contaminado com ebola. Muitas pessoas pensam que o branco não pode pegar a doença. Eu me lembro de ouvir falar que ebola era uma coisa de negro, de ex-escravo… eram coisas bem pesadas, mas que estavam no dia a dia”, afirma.
Agora, com o coronavírus, algumas pessoas estão usando a doença como uma desculpa para jogar todo tipo de preconceito contra asiáticos, em especial, contra a comunidade chinesa.
“Eu vi uma reportagem que dizia ‘veja quais são as doenças originárias da China’. Uma pessoa vê uma reportagem como essa e ela começa a achar que a China é um lugar que tem muitas doenças. É um problema de comunicação. Aliado a isso, temos as  fake news que são passadas pelo WhatsApp. Isso gera pânico nas pessoas”, diz.
“Também vi um jornal francês que publicou uma reportagem chamando o coronavírus de ‘perigo amarelo’, o que é completamente xenofóbico. Também falaram que o vírus estava em uma sopa de morcego, o que já foi provado que estava errado. E, com essas matérias, apareciam fotos de chineses comendo essa sopa”, afirma.
Isso, segundo ele, traz uma impressão de que essas pessoas são “selvagens”. No entanto, o professor lembra que no Brasil, por exemplo, comemos coração de galinha e tripa, o que também pode ser visto por outros países como algo fora do comum.
Segundo Falcão, é preciso que a população se preocupe mais com as causas desse tipo de doença como o desmatamento, o consumo de carne e a urbanização desenfreada de áreas que pertenciam aos animais. “A globalização favorece o contato com esse vírus. Porém, por outro lado, ela faz com que exista uma maior estratégia de combate e controle a ele”, diz.
Fonte: Por Giorgia Cavicchioli -  https://br.noticias.yahoo.com/coronavirus-xenofobia-racismo-201706957.html?ncid=fcbklnkbrhpmg00000004&fbclid=IwAR2Ni1xoMdU14BHBBohNghldWIHy6E-YKbhx-CtD-nFsHwj7ZOlimreZDxU

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

CORONAVÍRUS

CORONAVÍRUS


Os coronavírus (CoV) são uma grande família viral, conhecidos desde meados dos anos 1960, que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais. Geralmente, infecções por coronavírus causam doenças respiratórias leves a moderada, semelhantes a um resfriado comum. A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem. Os coronavírus comuns que infectam humanos são alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.
Alguns coronavírus podem causar síndromes respiratórias graves, como a síndrome respiratória aguda grave que ficou conhecida pela sigla SARS da síndrome em inglês “Severe Acute Respiratory Syndrome”. SARS é causada pelo coronavírus associado à SARS (SARS-CoV), sendo os primeiros relatos na China em 2002. O SARS-CoV se disseminou rapidamente para mais de doze países na América do Norte, América do Sul, Europa e Asia, infectando mais de 8.000 pessoas e causando entorno de 800 mortes, antes da epidemia global de SARS ser controlada em 2003. Desde 2004, nenhum caso de SARS tem sido relatado mundialmente.
Em 2012, foi isolado outro novo coronavírus, distinto daquele que causou a SARS no começo da década passada. Esse novo coronavírus era desconhecido como agente de doença humana até sua identificação, inicialmente na Arábia Saudita e, posteriormente, em outros países do Oriente Médio, na Europa e na África. Todos os casos identificados fora da Península Arábica tinham histórico de viagem ou contato recente com viajantes procedentes de países do Oriente Médio – Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes e Jordânia.
Pela localização dos casos, a doença passou a ser designada como síndrome respiratória do Oriente Médio, cuja sigla é MERS, do inglês “Middle East Respiratory Syndrome” e o novo vírus nomeado coronavírus associado à MERS (MERS-CoV).

Manifestações Clínicas
Os coronavírus humanos comuns causam infecções respiratórias brandas a moderadas de curta duração. Os sintomas podem envolver coriza, tosse, dor de garganta e febre. Esses vírus algumas vezes podem causar infecção das vias respiratórias inferiores, como pneumonia. Esse quadro é mais comum em pessoas com doenças cardiopulmonares, com sistema imunológico comprometido ou em idosos.
O MERS-CoV, assim como o SARS-CoV, causam infecções graves. Para maiores informações sobre as manifestações clínicas do MERS-CoV, acesse a página sobre MERS-CoV.

Período de incubação
De 2 a 14 dias

Período de Transmissibilidade
De uma forma geral, a transmissão viral ocorre apenas enquanto persistirem os sintomas É possível a transmissão viral após a resolução dos sintomas, mas a duração do período de transmissibilidade é desconhecido para o SARS-CoV e o MERS-CoV. Durante o período de incubação e casos assintomáticos não são contagiosos.

Transmissão inter-humana
Todos os coronavírus são transmitidos de pessoa a pessoa, incluindo os SARS-CoV, porém sem transmissão sustentada. Com relação ao MERS-CoV, existem a OMS considera que há atualmente evidência bem documentada de transmissão de pessoa a pessoa, porém sem evidencias de que ocorra transmissão sustentada.
Modo de Transmissão
De uma forma geral, a principal forma de transmissão dos coronavírus se dá por contato próximo* de pessoa a pessoa.
* Definição de contato próximo: Qualquer pessoa que cuidou do paciente, incluindo profissionais de saúde ou membro da família; que tenha tido contato físico com o paciente; tenha permanecido no mesmo local que o paciente doente (ex.: morado junto ou visitado).

Fonte de infecção

A maioria dos coronavírus geralmente infectam apenas uma espécie animal ou, pelo menos um pequeno número de espécies proximamente relacionadas. Porém, alguns coronavírus, como o SARS-CoV podem infectar pessoas e animais. O reservatório animal para o SARS-CoV é incerto, mas parece estar relacionado com morcegos. Também  existe a probabilidade de haver um reservatório animal para o  MERS-CoV que foi isolado de camelos e de morcegos.


segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

As Cuestas de Botucatu

As Cuestas de Botucatu 

Relevo de Cuesta - À esquesda depressão periférica e à direita o Fronte da Cuesta com inicio da bacia sedimentar do Rio Paraná

Mapa do relevo do Estado de São Paulo 

Mapa da  APA  Botucatu com front de Cuesta

Fronte da Cuesta - Rodovia Marechal Cândido Rondon 

   A região de Botucatu faz parte da província geomorfológica das Cuestas Arenítico-Basálticas, que se estende de Minas Gerais até o Rio Grande do Sul. É uma região muito cobiçada pelos adoradores da geografia, da geologia, da paleontologia  e da geomorfologia. É possível observar belíssimos paredões de de arenito e basalto, imponentes morros testemunhos e belas cachoeiras.  




Morro Testemunho: Três Pedras, localizadas entre os municípios de Bofete, Botucatu e Pardinho

Morro Testemunho: Torre de Pedra /Torre de Pedra


Morro Testemunho: Torre de Pedra /Torre de Pedra

Cachoeira da Marta - Botucatu

Cachoeira Pavuna - Botucatu

Cachoeira da Indiana

Cachoeira da Indiana

Cachoeira Véu da Noiva


     A Cuesta Arenítico-basáltica pode ser percebida quando você viaja de carro em direção ao interior. Pela Rodovia Castelo Branco ou pela Rodovia Marechal Cândido Rondon, na região de Botucatu você observa um enorme paredão rochoso. Depois de subir este relevo íngreme, ao invés da esperada descida, lá do topo você encontra uma quase planície que vai descendo suavemente.
     A palavra tem origem no idioma espanhol e significa encosta de uma colina ou monte. Em geologia e geomorfologia, cuesta refere-se especificamente a um cume assimétrico com inclinação longa e suave. As mais comuns são as cuestas arenítico-basálticas, intercalando sequências de camadas sedimentares de inclinação suave com níveis mais resistentes à erosão.

     Identificação dos elementos que identificam uma Cuesta

    A origem deste relevo se deu no Mesozoico, mas sua história começa no Paleozóico, com a formação da bacia sedimentar do Paraná.

Escala do Tempo Geológico
     Trezentos milhões de anos atrás, os continentes estavam agrupados em uma grande massa continental, chamada Pangea (do grego Pangaea = toda a Terra). 
 O Supercontinente Pangea

 O Supercontinente Pangea


Separação do Supercontinente Pangea

     Nesse período, a região de Botucatu estava coberta por um mar raso, ligado ao grande Pantalassa (do grego “todos os mares”).


A região de Botucatu estava inundada por um mar raso ligado ao Oceano Pantalassa 

Oceano Pantalassa 

          Os avanços e as regressões desse mar, por milhões de anos, deram origem a uma imensa bacia sedimentar, conhecida hoje como Bacia do Paraná. 

Bacia Sedimentar do Paraná

Bacia Sedimentar do Paraná

Mapa geológico da Bacia do Paraná e área de distribuição da Formação Botucatu



     A região de Botucatu localiza-se sobre a borda oeste  da bacia do Paraná. Há 200 milhões de anos, nessa região existia uma paisagem de dunas formadas pelo vento. Havia também dunas úmidas, depositadas por meandros e lagoas.

 Dunas 

      A deposição dessas dunas durou 40 a 50 milhões de anos, dando origem às rochas areníticas conhecidas como Formação Piramboia.

Arenito Piramboia, visto nas proximidades do Km 160 da Rodovia Castello Branco.

Arenito Piramboia, visto na Rodovia Marechal Cândido Rondon 


     Depois, o clima foi ficando mais seco, e os riachos e lagoas desapareceram, mas os depósitos eólicos continuaram formando um enorme deserto, de 1 milhão de km2 , em toda a extensão da Bacia do Paraná. Era o Deserto Botucatu, presente entre 160 e 130 milhões de anos atrás, no período que corresponde ao Jurássico. Os depósitos dessa espessa camada de areia deram origem às rochas areníticas conhecidas como Formação Botucatu. 

Indicação da área aproximada ocupada pelo paleodeserto Botucatu. 1 – Rochas mais antigas (embasamento); 2 – Cobertura sedimentar de diversas idades; 3 – Cadeia Andina; 4 – Camadas sedimentares do paleodeserto



 Arenitos da formação Botucatu  em leito de rio em Botucatu

 Arenitos da formação Botucatu - Botucatu

Arenitos da formação Botucatu -Botucatu

     Enquanto isso, ainda no período Jurássico, iniciou-se uma grande mudança nas forças do interior do planeta, exercida pelas correntes de convecção do Manto e do Núcleo da terra. Isso provocou o lento e gradativo deslizamento das placas tectônicas, iniciando o processo chamado deriva continental, que separou a América e a África. Esses continentes estavam ainda juntos, formando o grande Gondwana, e até hoje se afastam um do outro.
   No período Jurássico (há 130 milhões de anos), o deserto de areia, com suas dunas, foi coberto por colossais derrames de lavas incandescentes. Durante esse processo, através de violentos movimentos sísmicos, a crosta terrestre rompeu-se, lançando, pelas fendas abertas, das profundezas do Planeta, minérios derretidos. Já era um prenúncio das imensas fraturas que iriam dividir o megacontinente Gondwana, separando a América do Sul, da África.
    
Derrames de lavas

    Não sendo um processo de vulcanismo explosivo, mas de inundação, as lavas, muito fluidas, a 1200 graus centígrados, espalharam-se sobre as dunas de areia, preservando suas formas. Em suma, cobriam as dunas e, no longo tempo em que todo o processo perdurou, passaram a constituir as elevações sobre as quais hoje está construída a cidade. Ao se resfriarem, as lavas acrescentaram às formações arenosas, outros tipos de rocha, chamadas de basalto e diabásio. Essa lava, pastosa e incandescente, cobrindo os depósitos de arenito já existentes, ajudou a dar forma à elevação conhecida por Cuesta.

 Lavas incandescentes encobrem as dunas 

 Lavas incandescentes encobrem as dunas 
    
    Neste momento, com as várias falhas e fraturas ocasionadas pelo evento da deriva continental, a bacia do Paraná passa a sofrer um processo de “compensação isostática” ou seja, o peso do interior da bacia, influenciado sobretudo pelos basaltos, faz que as bordas se ergam, formando então o relevo ora escarpado ora suave da Cuesta.



Todo o movimento das placas tectônicas provocou o soerguimento de grande parte da Bacia do Paraná, a quebra dos blocos de rochas e o dobramento da borda do continente. Esse processo, que se iniciou em meados da Era Mesozoica e se estendeu até o final do Terciário da Era Cenozoica, provocou a formação da Cordilheira dos Andes, da Serra do Mar e da Mantiqueira.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

HIV/Aids



HIV/Aids

Desde a sua descoberta, em 1981, o HIV/Aids matou mais de 35 milhões de pessoas.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), apenas em 2017, 940 mil pessoas morreram de causas relacionadas ao HIV e 1,8 milhão foram infectadas pelo vírus. Isso equivale a 5 mil novos casos todos os dias. Atualmente, 36,9 milhões de pessoas vivem com a doença no mundo. Destas, 1,8 milhão são crianças com menos de 15 anos de idade. Dois terços do total de pessoas infectadas pelo HIV vivem em países da África.


O que é Aids?

A aids é a doença causada pela infecção do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV é a sigla em inglês). Esse vírus ataca o sistema imunológico, que é o responsável por defender o organismo de doenças. As células mais atingidas são os linfócitos T CD4+. O vírus é capaz de alterar o DNA dessa célula e fazer cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar, rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção.
O HIV é um retrovírus, classificado na subfamília dos Lentiviridae e é uma Infecção Sexualmente Transmissível. Esses vírus compartilham algumas propriedades comuns, como por exemplo:
·       período de incubação prolongado antes do surgimento dos sintomas da doença;
·       infecção das células do sangue e do sistema nervoso;
·       supressão do sistema imune.


Causa

A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Sida/Aids) é causada pelo vírus da imunodefiência humana (HIV). Ele é mais comumente transmitido durante a relação sexual sem uso de preservativo e pela troca de fluidos corporais. O contágio também pode acontecer durante a gravidez, no parto, em transfusões sanguíneas, transplantes de órgãos, pela amamentação e por compartilhamento de agulhas contaminadas
Sintomas
Nas primeiras duas a seis semanas depois de serem infectadas pelo HIV, algumas pessoas podem apresentar sintomas similares aos de uma gripe, como febre, mal-estar prolongado, gânglios inchados pelo corpo, manchas vermelhas na pele, dor de garganta e dores nas articulações. Algumas pessoas não apresentam nenhum sintoma por muitos anos enquanto o vírus, vagarosamente, se replica.
Uma vez que os sintomas desaparecem, a pessoa que vive com o HIV pode não sentir mais nada por muito tempo. O período, conhecido como janela, varia de 2 a 15 anos.

A pessoa que vive com o vírus HIV é diagnosticada com a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Sida/Aids) quando seu sistema imunológico está fraco a ponto de não poder mais combater infecções oportunistas e doenças como a pneumonia, a meningite e alguns tipos de câncer. Uma das infecções mais comuns entre pessoas vivendo com o HIV é a tuberculose (TB) que, a cada ano, é a causa de um terço das mortes nessa população.

Como ocorre a transmissão da AIDS / HIV?

A transmissão do HIV e, por consequência da AIDS, acontece das seguintes formas:
·       Sexo sem camisinha.
·       Uso de seringa por mais de uma pessoa.
·       Transfusão de sangue contaminado.
·       Da mãe infectada para seu filho durante a gravidez, no parto e na amamentação.
·       Instrumentos que furam ou cortam não esterilizados.
·       Condutas que não transmitem a Aids

É importante quebrar mitos e tabus, esclarecendo que a pessoa infectada com HIV ou que já tenha manifestado a AIDS não transmitem a doença das seguintes formas:
·       Sexo, desde que se use corretamente a camisinha.
·       Masturbação a dois.
·       Beijo no rosto ou na boca.
·       Suor e lágrima.
·       Picada de inseto.
·       Aperto de mão ou abraço.
·       Sabonete/toalha/lençóis.
·       Talheres/copos.
·       Assento de ônibus.
·       Piscina.
·       Banheiro.
·       Doação de sangue.
·       Pelo ar.


Tratamento

Ainda não existe cura para a infecção pelo HIV, embora os tratamentos sejam muito mais eficientes do que no passado. Uma combinação de medicamentos antirretrovirais (ARVs) ajuda a combater a multiplicação do vírus e permite que os pacientes levem vidas mais longas e saudáveis, sem que seu sistema imunológico seja afetado rapidamente. Esses medicamentos também são usados como medida preventiva, para diminuir a transmissão. Estima-se que 21,7 milhões de pessoas recebam ARVs atualmente, o que significa que pelo menos 15,2 milhões de pessoas infectadas continuam sem tratamento.